by: Ana luz
é nestes momentos onde te "agarro" o olhar na minha direcção, que entendo como vale a pena todo o movimento do dia. seja ele bom ou mau. pois o regresso a casa é magnífico. essa tua espera contínua que já faz parte da minha segurança nocturna. este ritual tão único do qual já não me consigo separar.
sim, não é preciso olhar-me mais assim. pronto vamos lá dormir! ( até parece que sabe que estou a falar dela) :)
quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
a mulher que viveu para cantar

" When I sing, I feel like when you`re first in love. It`s more than sex. It`s that point two people can get to they call love, when you really touch someone for the first time, but it`s gigantic, multiplied by the whole audience. I feel chills.", Janis Joplin
não sei bem o que chamar a este acontecimento
by: Ana luz
" ... sem dúvida que tudo o que há para dizer entre nós é muito mais que uma história, muito mais que um filme, muito mais que uma novela..."
abril, 2010
abril, 2010
quinta-feira, 24 de maio de 2012
a distância para nós não existe


by: Ana luz
a começar com o almoço nas galerias de paris. mais tarde o sol a penetrar a sala. pés descalços. o aroma e incenso. as vossas monografias a ganhar forma. aqueles crepes que mais pareciam panquecas. a frase de iogurte pregada ao frigorifico. a minha língua gestual despida. os quadros coloridos no corredor. as galinhas nem se ouvia desta vez. ai que o gelo nunca mais solidifica e temos sede. o calor é tanto nesta nossa tarde. termino o dia a correr para o metro do marquês, pois às 19horas tenho que estar na faculdade para minha nova língua. aquela tão boa. mas que não se ouve.
domingo, 20 de maio de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
Michael

um filme de
Markus Schleinzer
" esta personagem está a tentar fazer todas as coisas que todos nós fazemos: quer um parceiro; quer criar alguma coisa. Não é isso o que todos nós fazemos, copiar, as nossas vidas, nas nossas relações, a dita normalidade, para nos sentirmos invisíveis e, por isso, seguros?"
ípsilon.público
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o nosso mundo,
vida
sexta-feira, 18 de maio de 2012
no entretanto
esqueci-me de dizer que a Bjork cancelou o concerto previsto para o Primavera Sound devido a uma inflamação nas cordas vocais.
e o que nos dão como "remédio" serão os Kings of Convenience.
como se alguma vez a Bjork fosse substituível.
e o que nos dão como "remédio" serão os Kings of Convenience.
como se alguma vez a Bjork fosse substituível.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Língua Gestual Portuguesa

by: Ana luz
a toda a comunidade surda, um obrigada. pois descobri uma das formas mais bonitas de comunicar. e tão cedo as minhas mãos não vão parar :))
terça-feira, 15 de maio de 2012
assimilar todos os dias
by: Ana luz
Tu não sabes o que queres. quer dizer, o teu problema é pensar demais. atitudes que venham a causar algum tipo de dissabor é o habitual. por isso conforma-te. ajusta-te a essa realidade. é um pouco ordinário tentares moldar o insuportável. chega de ilusões. pois já sinto as mãos frias e o coração acelerado à bastante tempo. é para esquecer o quanto antes esta maldita sensação dominadora que mais parece uma espécie de apego, ou até mesmo de um afeto violento. aquele a que muitas vezes chamamos de amor sem saber, a achar que o conhecemos. tento dar mais um passo na direção oposta à tua para me libertar. pois na minha cabeça o desvio tem que ser outro! agora como... talvez me descalce para que a sensação seja outra.
domingo, 13 de maio de 2012
os domingos deixaram de ser o que eram
Gallery Hostel Porto
by: Ana luz
a ouvir os Peral Jam no terraço enquanto o bolo e o sumo de ananás me adoçaram o lanche.
a sala lentamente foi ficando cheia. uns no chão, outros em sofás.
quanto ao guitarrista nem lhe consegui ver os olhos, mas vi o quanto encantou aquela sala de domingo à tarde.
sábado, 12 de maio de 2012
desde o virar da esquina ao centro da cidade
pé ante pé pela avenida,
a subtileza aparece.

by: Ana luz
não me canso de dizer que é sempre melhor

by: Ana luz
o encanto esconde-se entre livrarias
trazendo também melodias sentidas
livraria lello

acrescentar ainda a poesia oferecida a quem quis ouvir, trouxe sorrisos ao povo.
violoncelo na padaria ribeiro ao lanchar.
o sol esmerou-se na sua companhia, deixando espalhadas sombras pelo o porto. a cada esquina e em cada canto.
hoje foi assim no bairro dos livros.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Inês
estavas tu numa ansiedade enquanto fazias sombra na parede de pedra da estação de s.bento. enquanto que eu do outro lado da rua já me sentia a sorrir por dentro. abracei-te mal te vi. como sempre o faço, e sempre irei fazer. foi perfeito receber-te e alcançar-te deste lado. observar todo o teu crescer à distância não é a mesma coisa. separa todo maravilhoso e delicado que existe.
hoje descobri e com uma intensidade notável, o ser lindo em que te tornaste.
o tempo acelera sempre os melhores momentos. aqueles que nunca queremos que acabe.
no entanto vou guardar comigo esse brilho no olhar que me deixaste hoje.
e a despedida com um beijo doce que me "atiras-te" antes de entrar no comboio do adeus.
obrigada.
sei que tenho a prima mais linda do mundo!
by: Ana luz
hoje descobri e com uma intensidade notável, o ser lindo em que te tornaste.
o tempo acelera sempre os melhores momentos. aqueles que nunca queremos que acabe.
no entanto vou guardar comigo esse brilho no olhar que me deixaste hoje.
e a despedida com um beijo doce que me "atiras-te" antes de entrar no comboio do adeus.
obrigada.
sei que tenho a prima mais linda do mundo!
by: Ana luz
a música
essa é eterna.
Bernardo - 1970 - 2012
s.bento sabe receber a malta.

by: Ana luz
cheira-me que já começaram os preparativos para amanhã.
mas existe melhor maneira de receber quem chega se não com pó nos livros??! :))
ahh, e a 2euros alguns deles.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
You fall in love with people's minds.
de ontem para hoje.
by: Ana luz
« era noite e fiz um movimento descuidado dentro do sonho; virei bruscamente de mais a esquina e choquei contra a minha loucura. »
Anais Nin
Etiquetas:
fotografia,
hoje foi assim,
por aí
Local:
Porto, Portugal
sábado, 5 de maio de 2012
sê a mudança que queres ver no mundo.

Jacque Fresco
The Venus Project
«...Mas fresco tem a sua ideia de como redesenhar, de uma ponta a outra, o mundo e não a compromete por nada nem ninguém. Qualquer outro projecto ou sistema político não vai longe o suficiente na resolução dos nossos, por mais improvável que nos pareça que um só casal isolado na Flórida encontre todas as soluções para os problemas criados pela complexidade humana. »
http://www.vice.com/pt/read/jacque-fresco-tem-a-solucao-para-todos-os-problemas-do-mundo
sexta-feira, 4 de maio de 2012
algures num pilar que suporta uma faculdade
Etiquetas:
arte,
entre paredes,
por aí
Local:
Porto, Portugal
quinta-feira, 3 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
«o filho da puta do cancro.»
A crónica de hoje do Miguel Esteves Cardoso no "Público".
não acredito na " morte " do amor. esse, a que chamamos de verdadeiro é o mais imortal de todos.
podem até nos tirar a pessoa amada, seja de que maneira for, seja quais forem as circunstâncias aparentes. até aquelas mais escondidas, ocultas entre os órgãos. que alastram no corpo como veneno, deixando a crueldade reinar. esquecendo tudo o resto. o sofrimento de quem sente e assiste totalmente inapto. sem qualquer tipo de força ou poder de salvação.
o "generoso" no meio disto tudo, se é que o podemos de chamar assim é o amor contínuo, aquele que demonstra e permanece percorrendo as nossas sensações dia após dia. corroendo a cada canto onde se vislumbra momentos vividos tão intensamente, tão verdadeiros e estáveis. memórias vivas que alimentam assim a nossa mente deixando a certeza de que amamos nem que tenha sido por um dia, em meros minutos e segundos da nossa vida, neles fomos capazes de amar. reforçando então esses momentos inesquecíveis que ocorreram como prova de amor cravado, um tal de prego no coração que fica aprisionado.
e por mais que nos roubem todas aquelas sensações físicas e exclusivas que jamais serão sentidas não conseguiram nunca abafar o que fica no ar quando fechamos os olhos para recordar. podendo sempre, mas sempre abraçar o tal amor que nunca morre.
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