

by: Ana luz
a começar com o almoço nas galerias de paris. mais tarde o sol a penetrar a sala. pés descalços. o aroma e incenso. as vossas monografias a ganhar forma. aqueles crepes que mais pareciam panquecas. a frase de iogurte pregada ao frigorifico. a minha língua gestual despida. os quadros coloridos no corredor. as galinhas nem se ouvia desta vez. ai que o gelo nunca mais solidifica e temos sede. o calor é tanto nesta nossa tarde. termino o dia a correr para o metro do marquês, pois às 19horas tenho que estar na faculdade para minha nova língua. aquela tão boa. mas que não se ouve.
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